segunda-feira, 26 de março de 2012

Boa Propaganda


O que faz uma propaganda boa?



Uma propaganda bem feita é aquela que: Agrega o valor da marca ao produto?, consegue atrair o público?, aborda o produto em seu uso cotidiano?, coloca o produto na vida da pessoa?, tira o produto fora da realidade de seu uso, e coloca na vida da pessoa, como se ele fosse algo que esta qualificando a pessoa???????

Na verdade uma propaganda bem feita é uma mistura de todos esses aspectos.
A diversidade encontrada nas propagandas faz cada uma apresentar a linhas de raciocínio e criativa que uma equipe, não somente os criativos, de uma equipe.

Cada profissional da área de propaganda e cada pessoa pode avaliar uma propaganda, logo um conceito muito bem trabalhado e que sempre gera uma ótima repercursão e que em muitos, mas muitos casos gera prêmios, como o Leão de Cannes, é uma propaganda que é trabalhada e pensada primeiramente no público-alvo, levando em consideração alguns fatores primordiais, como:

-       Cotidiano;
-       Vida;
-       Família;
-       Vivência;
-       Trabalho;
-       Experiência;
-       Profissão;
-       Adequação;
-       Psicológico;
-       Gosto;
-       Cultura;
-       Música;

Esse fatores trabalhados primeiramente, antes do produto, podem ser apresentados na propaganda, e na continuidade disso colocar o produto na apresentação do público.
Logo a propaganda se torna a apresentação da vida do público-alvo, e não a apresentação do prouto.

O melhor exemplo disso é a propaganda da Nikkon.
Famosa marca de máquinas fotográficas, principalmente da linha profissional. Onde em sua propaganda aborda a vida, o cotidiano, os momentos que mereceme são guardados na memória, na vida e em fotos, mas isso tudo apresentando esses fatos, momentos em diferentes pessoas (público), lugares e idades.
Isso faz com que o produto se torne essencial para o público, para cada pessoa, pois recordar é vivier, e viver se torna algo que deve ser registrado, é a lembrança.

Os apelos são realizados com as imagine, momentos e fatos, mas uma das principais partes e mais tocante é a música, que fala sobre a casa da pessoa, e como ela se vê em cada lugar,, se é ou não a sua casa, e que nunca se deve esquecer de onde é, de onde veio. É preciso ter lembrança.

Um commercial emocionante, apela para o lado emotivo do público em seus principais momentos e fatos da vida. Logo Eu Sou um Blog.

Obrigado.
Leonardo Luis Lucina
16/03/2012

Cada um no seu quadrado


Em qual area da publicidade eu me encaixo?



Muitos formandos se fazem essa pergunta, desde o primeiro e alguns até o ultimo ano da faculdade.

A publicidade é como qualquer outra área de trabalho, tem mais de 10 áreas de atuação, muito parecido com o direito e um pouco com a medicina, de tão grande e segmentada que é.

Esses segmentos normalmente partem de uma vertente unica, existem quatro áreas principais: Atendimento, Mídia, Criação e Planejamento. Além das co-participações como financeiro, administrativo, etc.

Das três principais demandam outros segmentos, que se segmentam ainda mais, um exemplo simples de apresentar é na Criação:

1.     Diretor de Arte (Planejador)
2.     Diretor de Arte (o que coloca a mão na massa)
3.     Arte Finalista
4.     Redator
5.     Refilador
6.     Desenvolvedor

Além de outros que trabalham com a criação, principalmente na mídia off-line como é o caso de criativos em gráficas e os estagiários.

Descobrir em qual area e segmento você melhor se enquadra pode ser algo demorado, e ser feito de duas maneiras que indico:

1.     Se você dispor de tempo livre e se interessa em conhecer todas as áreas da propaganda, realize um estágio dinâmico, faça do seu estágio um trainee dentro de uma agência e assim descubra na prática como e qual é o seu setor, você terá 4 anos, logo poderá passar pelas quadro áreas prinipais e definir uma;
2.     Durante a faculdade, veja qual area faz mais o seu perfil, qual o seu interesse e como é a sua facilidade em dominar o conteúdo e aplica-lo em trabalhos e interações com as outras modalidades;

Das duas formas é necessário realizar um planejamento, pois nem tudo na vida pode demorar muito, pois pode-se deixar passar a grande oportunidade da sua carreira e ela pode vir quando você é ainda um estagiário.

Leonardo Luis Lucina, 07/03/2012.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Publicidade e Propaganda - O mistério entre a diferença



Publicidade e Propaganda

O que é publicidade e propaganda?, um curso?, um conceito?, um nome?, uma ideologia?, uma extensão dos adébitos e utilizadores de all star e admiradores de artes ilógicas?, pessoas que acham que Steve Jobs é um Messias da tecnologia, e que Apple não é uma marca, e sim um épico?

Afinal de onde veio isso, para onde vai e como é feito?

Esse blog não vem para desmintir nem para gerar conceitos contraditórios sobre a publicidade e a propaganda, mas sim, para apresentar como funciona essa linha de trabalho e como são geradas e analisadas por profissionais e não-profissionais sejam consumidores a admiradores a publicidade e propaganda planejada, apresentada, criada, midiada e coloca em prática pelo mundo.

Prazer, sou Leonardo Luis Lucina idealizador deste blog.
Publicitário de formação trabalho na area de mídia, mas especifico com mídia digital no setor de Mídia On-line.
Minha experiência com agências se iniciou com trabalhos de free lancer em 2008 nas áreas de atendimento, criação e como todo o estagiário orelha seca T.I – pois quando você mexe no photoshop, power point e outlook já pensam que você é o Yoda da computação e esse cargo vêm que nem filho indesejado, de forma natural e ninguém que gosta de criar, mas acaba amando e se vancloria dele. Isso no meu belo primeiro ano de faculdade.

Trabalhei a partir de 2009 na agência de Curitiba Mídia Digital – no setor de PPC (Pay per click – Pagamento por clique ou simplesmente links patrocinados) na área de Search Engine Marketing ou seja Ferramenta ou Motor de Pesquisa de Marketing. Obviamente como estagiário na conta de uns dos maiores e-commerce’s do Brasil – Magazine Luiza – cujo o qual tenho muito orgulho e satisfação de ter atendido. Me mantive durante 5 meses como estagiário até ser contratado como assistente de contas 2 em 2010 (momento auge).
A partir de 2010 uma nova face tomou conta da Mídia Digital, que foi vendida após para a WPP Group – maior agência de publicidade do mundo, dona da agência JWT, se tornando um marco na história digital na américa latina. Em 2011 o momento auge do grupo foi o lançamento da agência CASA, que englobava as antigas Mídia Digital e RMG Connect + JWT.
Em Janeiro de 2012  me afastei para um novo desafio, deixando a agência CASA e partindo para a underDOGS, agência com sede em São Paulo, que visa trabalhos focados na performance e bom atendimento com os seus clientes.
A underDOGS tem se firmado como grande em pouco tempo no mercado digital, já conta com um cartel de clientes que qualquer agência de grande porte estaria com inveja, e trabalha com um time de profissionais altamente qualificados, alguns ex- Mídia Digital, JWT e CASA.

Com uma experiência de aproximadamente 2 anos e meio, sou analista senior e gerencio campanhas de mídia on-line com foco na performance. Além disso em 2011 obtive os certificados do Google para publicidade básica, avançado de display e avançado de pesquisa. E como qualquer bom professional, tive alguns estagiários, que se firmaram na profissão e estão contratados, e outros que se desvirtuaram dado o fraco psicológico e falta de equilíbrio social.

Sejam bem vindos, leiam, se divertam, assistam os videos, critique, falem bem ou mal mas tenham um ótimo dia.
Abs.sim..


Agora uma pergunta simples: O que é publicidade e propaganda, qual a diferença entre a publicidade, e o que define propaganda?

Muito simples, a 550 autores tentando explicar com base em análises históricas, mercado, pr ópósitos, definições literárias, enfim, em diversos livros, estudos, publicações, revistas, blogs, flogs, facebooks, etc., mas tudo isso leva ao seguinte ponto: é quase impossível definer em 500 páginas de um livro o que é publicidade e propaganda, o que é publicidade e o que é propaganda e qual a diferença entre elas.

Publicidade em origem histórica e etimológica vêm do termo Publicis, que significa publicar, tornar algo público.
Já propaganda, vêm de algo mais conceitual, mais histórico, com todo o charme que os acadêmicos de publicidade e propaganda gostam de refletir, pois seu curso tem uma origem que nenhuma outra habilidade que necessite do conhecimento tem. Propaganda historicamente vem da igreja católica, mais especificamente do Vaticano, que fundou a primeira agência de prublicidade da história e era denominada no latim como Propagare, cujo o qual foi responsável pelo primeiro manual de como se estabelecer e criar uma cidade.
Propaganda etimologiamente significa propagar algo, dispersar algo, ou seja, dispersar a comunicação.

Agora como bom entendedor, isso é só o principio e uma pequena base do conceito de publicidade e propaganda, a muito mais para se concluir e definir, mas isso não para uma postagem de blog, e sim para um estudo profundo sobre o que é o causador do tão necessário mundo da Publicidade e todo o Glamour do mundo da Propaganda.

O que sempre é colocado como base, é que, não é um mundo fácil de se conviver, pois mensura muitas habilidades que outras profissões não necessitam, como o psicológico tanto do cliente, canal e consumidor, o que cada parte envolvida espera, como, onde, por que, para quem comunicar. Estudar e saber todos os jargões, para que emu ma reunião tanto com o cliente quanto entre os setores de uma empresa ou agência não se fique perdido, e isso normalmente é tudo na língua inglesa, como o briefing, spot, rough, site, marketing, sale, promocional, promotion, branding, case, enfim, a lista é longa e o tempo para estudo é pouco.

Por isso nunca duvide da capacidade de um publicitário, nem do seu poder de persuasão e comunicação.
Apenas leve o seguinte ensinamento, quer ver alguém, não só publicitários mas como qualquer outra area se bater, é comentar sobre sua habilidade. O problema de quem faz Comunicação, é a própria comunicação, assim como para um Advogado é se defender e falar de seus principios.

Leonardo Luis Lucina, 07/03/2012

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ainda existem razões para trabalhar com propaganda?

Será que existem razões para trabalhar com propaganda no Brasil?, mesmo sendo um mercado que tem um alto giro em investimento e poucos ganhos para o profissional?, será que vale a pena investir em pessoas que cursaram algo fora de Direito, Medicina, Administração ou Engenharia e foram cursar Comunicaçaõ, comunicação não é falar e escrever?, será que em um pais que tem alta taxa de preconceito em todos os níveis sociais, principalmente nos raciais e profissionais existem motivos?, será que vale a pena mesmo sabendo que 70% das pessoas não sabem diferenciar design e publicidade e o que cada um se responsabiliza?, vale continuar nesse mercado sabendo que 80% da população não sabe que publicidade é mais ramificada que a medicina e que um publicitário para realizar uma campanha de um determinado carro ele deve estudar todo sobre o mesmo, conceitos de física aeromobilística, motor, engenharia de motores, etc, que para fazer a campanha de medicina (de um remédio) ele deve conhecer conceitos de direito e respeitos éticos ao consumidor e medicina (o que o remédio faz, a causa, quem é público que sofre a enfermidade que o produto vem sanar) e mesmo assim linkar todo esse conhecimento ao que se aprendeu na faculdade, pós, cursos, mestrados, doutorados e pós doutorados?, existem doutores na publicidade?

Será? Vale?

A resposta....., não sei, talvez sim por ser um mercado que sofre os maiores níveis de investimento em curto período e que certas empresas investem mais do que o PIB de muitos paises, que muitas das pessoas que trabalham nesse mercado se respeitam ao nível de querer o bem comum em prol da modalidade profissional. Acho que sou muito humilde como publicitário para admitir que sim. Veja vídeo, ele apresenta com comunicação de forma melhor que as minhas palavras.

Assistam valem todos os segundos.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Propaganda Que Faz Mal!


A coordenadora do instituto Pro-Teste e colunista do jornal Folha de São Paulo, Maria Inês Dolci, publicou em seu blog um arquivo onde explana e aponta a reação do mercado publicitário á restrição de propagandas dirigidas a crianças, utilizando um exemplo claro das propagandas de alimentos que fazem mal a saúde. O título do texto é “Propaganda que faz mal”.
                No início do texto são colocadas algumas métricas, uma que chama a atenção é que 72% das peças publicitárias são de fast foods, guloseimas, alimentos com açucares e sal excessivos.
Se analisado do ponto da comunicação, o texto traz uma questão muito pertinente para as escolas política, jurídica e de comunicação: é necessário uma regulamentação da publicidade?
                Comprovadamente, a publicidade em si não causa mal algum. O anunciante quanto a produto oferecido é defendido pela lei por anunciar seu produto e utilizar de um profissional para isso. Nunca na história da humanidade foram abordadas ou relatadas causas letais ou não de danos a saúde pela “ingestão indevida de publicidade”, e também nunca constou em laudos médicos a conclusão que o maior causador de mal a saúde fosse a propaganda de certo produto, sendo este do âmbito que for, desde alimentos a cigarros, pois a publicidade não pode obrigar ninguém a vir utilizar isso.
                Se analisado do ponto de vista critico, a publicidade é auto-regulamentadora de si mesma, pois é uma das únicas modalidades profissionais que obtém um órgão que tem alto impacto e reconhecimento social na acusação e pedido de retirada de propagandas com má índole e que firam a moral ou ética de alguma sociedade e este não tem nenhum vinculo político, legal ou fim lucrativo, sendo o CONAR.
                A publicidade é uma forma de comunicação que atinge a sociedade, pois trabalha com o objetivo de ser um meio informativo, sendo este no intuito social ou comercial.
A publicidade de produtos que causem mal a saúde é um ponto muito complexo. Pois a publicidade em si não tem como fazer alguém definir ou não a ingestão de algum produto. Se isso fosse possível, a medida de regulamentação já teria entrado em vigor há anos atrás.
                A publicidade dirigida a crianças menos ainda. Se essa medida fosse adotada, deveria ter início pelos utilizadores de propaganda e que fossem os maiores causadores de malefícios a sociedade como: Empresas áreas, pois em seus acidentes, mesmo sendo relativamente pequenos, causam uma perda em números gigantescos. Propaganda de automóveis, considerados por muitos como “uma arma”, causa mais acidentes e mortes do que qualquer outro meio de transporte, em fim só tende a aumentar nesse quesito.
                A melhor forma de se proteger uma criança, seja do que for, é a tão conhecida educação. Analisando o que pode causar mal a saúde de alguém com a ingestão de alimentos alguns causais são: Ingestão indevida, ingestão excessiva, ingestão irregular (quando a pessoa não pode por algum motivo ingerir o alimento), ingestão anormal (ingerir o alimento por vias anormais), e não constam registros da propaganda.
O que deve ficar claro é que a forma de ingestão não é ditada ou colocada pela publicidade. Pois todos os produtos que são oferecidos no Brasil, devem por lei conter em suas embalagens ou  manuais valores, dados e informações que apresentem esse produto e seus malefícios.
A noção é que nenhuma pessoa pode responder por seus atos antes dos 18 anos, fica a cargo de um responsável social, normalmente os pais, que até essa idade vão guiar e definir o que essa criança pode ou não consumir, pode ou não ver, sendo assim os que definem as ações para essa pessoa.
                Não é cargo da publicidade colocar isso em pauta, pois ela não é causadora funcional de nenhum mal a saúde das pessoas, pois vai contra seus objetivos.
                O principal mal social, é querer impor o que é de bem social, de forma a influenciar  de maneira ilegal algo, propaganda é um bem social defendido por lei, e não tem como objetivo ditar formas e quantidades de consumo.
                Trabalhar a publicidade em apenas informar o que “é bom” para os cidadãos é característico de regimes autoritários, sendo o Brasil um pais que já aboliu esse regime, e um dos meios que possibilitou isso foram a dispersão de informação por meio da publicidade, é uma falta de respeito interferir no  fator escolha do consumidor. A liberdade de escolha é imprescindível para o exercício e amadurecimento da democracia e cidadania.   


Autor: Leonardo Luis Lucina | Matheus Farah Zaia | Paulo Roberto Natal | Diego Hartkopf | Marcelo Ferrari